Crise no Estado

Rumo das paralisações de servidores do Estado deve ser definido a partir desta terça-feira

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Deve sair hoje a decisão sobre a possibilidade de os servidores estaduais retornarem ao trabalho normalmente ou estenderem a paralisação, pelo menos, até sexta-feira. Dentre as categorias, os professores já oficializaram a manutenção da greve até o dia 11.

A partir de hoje, a pressão será intensificada sobre os deputados estaduais. A intenção é barrar propostas enviadas à Assembleia pelo governo Sartori, como a criação da previdência complementar e o projeto de lei complementar 206, que estabelece normas de controle de gastos para encontrar o “equilíbrio financeiro”. 

Na sexta, os servidores recebem a segunda parcela dos salários de agosto: serão R$ 800 por matrícula. Com isso, finalizará o pagamento de 32% do funcionalismo. O restante terá de esperar a execução do cronograma, que prevê uma parcela de R$ 1,4 mil até o dia 15, e a complementação total em 22 de setembro.

A projeção do Piratini é de que as contas do Estado serão desbloqueadas até quinta-feira. Na última sexta, o Executivo protocolou na Assembleia Legislativa um projeto que amplia o limite de saque dos depósitos judiciais, de 85% para 95%. Assim que for aprovada, a medida injetará cerca de R$ 1 bilhão nos cofres do Estado. O dinheiro pode ser usado para antecipar a quitação da folha, mas ainda não está definida a data de votação no Legislativo.

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